sábado, janeiro 30, 2010
segunda-feira, março 09, 2009
Crise internacional frustra sonho brasileiro no Japão Crise internacional frustra sonho brasileiro no Japão Crise internacional frustra sonho de brasileiro no Japão
Crise internacional frustra sonho brasileiro no Japão
Agência Brasil
São Paulo - A crise econômica internacional está acabando com o sonho de milhares brasileiros que buscavam no Japão uma vida melhor. Os chamados decasséguis, brasileiros que se fixam temporariamente no Japão para trabalhar, geralmente nas indústrias, atraídos por bons salários, estão voltando em massa para o Brasil.
Não há números exatos sobre o número de brasileiros que voltaram nos últimos meses. No entanto, as agências brasileiras especializadas na recolocação profissional de decasséguis no país acusam um aumento de até 15 vezes no volume de retornados em fevereiro, em comparação com maio de 2008.
“Em comparação há meses, hoje a volta está 15 vezes maior. A situação vem se agravando desde 1999, com a crise asiática. No Japão, uma crise imobiliária já atingiu o país na década de 90”, lembrou o consultor Renato Botuen, da Redeplan Alianças Estratégicas, agência especializada em encontrar emprego no Brasil para os decasséguis que desistiram da vida no Japão.
Estima-se que hoje 320 mil brasileiros ainda trabalhem no Japão. Aproximadamente 180 mil retornaram nos últimos anos, mas os brasileiros lá residentes são a terceira maior comunidade estrangeira no país. No entanto, a mudança de novos brasileiros para o Japão diminuiu abruptamente nos últimos meses.
“Nos primeiros meses da crise, de setembro a dezembro, caiu consideravelmente o embarque de brasileiros para o Japão, mais da metade do movimento. E, de janeiro para cá, o movimento quase zerou. Em dezembro, foram dois passageiros. Em janeiro e fevereiro, não foi nenhum. Não temos perspectiva de mandar ninguém por enquanto”, afirma Fábio Makoto Date, diretor da agência Shigoto.com, sediada em São Paulo, que levava brasileiros para trabalhar em empresas japonesas.
Os decasséguis, normalmente paulistas (60% saem de São Paulo, grande parte é oriunda do Paraná e há pequenos contingentes de Mato Grosso e do Pará) enfrentavam vida difícil no Japão, apesar dos bons salários. Recompensados por horas extras, os brasileiros chegavam a trabalhar 12 horas por dia, com apenas uma folga semanal, em dia não definido.
Segundo Makoto, diminuiu muito o trabalho dos decasséguis, que, antes da crise, faziam muitas horas extras. “Quando se fala em ganhar dinheiro no Japão, a pessoa tem de abrir mão de muita coisa e trabalhar muito. Como caiu a produção no Japão, a primeira coisa que caiu foram as horas extras. Se não fizer hora extra, não guarda dinheiro. As pessoas que ainda estão empregadas, praticamente estão somente sobrevivendo no Japão”, relata Makoto.
Nelson Tanigushi, operador de máquinas de bordar, retornou ao Brasil no início de 2009, depois de trabalhar mais de dois anos no Japão. Ele recebia cerca de R$ 30 por hora, mas, com a piora da situação japonesa, foi um dos primeiros demitidos da empresa em que era empregado.
“Eu me senti um pouco frustrado, porque a gente se dedica e acontece uma crise dessa e nós somos os primeiros eliminados. Mas, me arrepender, eu digo que não: acho que valeu como experiência. Profissionalmente me arrependo, quando você volta ao país e tenta se integrar na vida profissional no país é muito difícil”, ressalta Tanigushi.
Os brasileiros e demais estrangeiros que trabalham no Japão têm situação trabalhista bastante vulnerável. Com poucos direitos, são os primeiros a serem cortados ao primeiro sinal de crise. “Não existe nenhum direito trabalhista resguardado para estrangeiros, devido ao fato de os brasileiros trabalharem para as empreiteiras [que contratam estrangeiros e terceirizam o trabalho nas empresas japonesas] dentro das fábricas, como na própria Toyota”, destaca Makoto.
Ele explica que o funcionário da empreiteira não é, por exemplo, funcionário da Toyota. “Não tem nenhum vínculo empregatício com a Toyota. Então, em vez de cortar um funcionário de dentro da empresa e ter de pagar todos os direitos trabalhistas dele, eles vão optar por cortar os brasileiros e os outros estrangeiros.”
Os governos brasileiro e japonês estão buscando alternativas para os decasséguis que estão passando dificuldades no Japão. “Como os japoneses, os brasileiros no Japão têm dificuldades: Alguns perderam seus empregos, alguns perderam sua moradia. Então, estamos tentando apoiar os brasileiros na busca do novo emprego e também da nova moradia, na educação de seus filhos”, afirma o ministro Tatsuo Arai, da Embaixada do Japão no Brasil.
terça-feira, junho 05, 2007
RaftingCarro chefe de Brotas, o Rafting é um dos esportes mais procurados. Descida de corredeiras em botes infláveis, nos quais tem capacidade para até seis pessoas mais um instrutor.Durante a descida (totalmente dinâmica) são realizadas várias brincadeiras como o surf, escorregador entre outras. Toda a descida é acompanhada por um caiaque de segurança (com mais agilidade e velocidade)
Rafting noturno Realizado nos períodos de lua cheia
Descida de corredeiras em botes infláveis para cinco ou seis pessoas mais um instrutor por bote. Realizado no rio Jacaré Pepira, com mais de 12 quedas de variados níveis. A descida é acompanhada de perto por um safety caiaque.
Duração: 3 horas de rio (5 horas no total)
Indicação: iniciante
Horários de descida: 20:00h
Idade mínima: 12 anos.
Necessário: equipamentos de segurança, iluminação química,
e “luau” no final do passeio (com frutas, vinho e sucos).
Essa atividade é realizada com perfeita segurança pela agência de turismo e aventura Shigoto.com
Contato: 11 3101-8193 shigoto@shigoto.com.br
segunda-feira, maio 07, 2007

